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Treinar pode fazer mal?

Correr, nadar, andar de bicicleta, saltar…

Muitas pessoas treinam com regularidade e não admitem passar um dia sem sentirem o prazer provocado pelo desporto. No entanto, há uma fronteira que às vezes é ultrapassada, mais concretamente quando se entra na vigorexia, uma das mais recentes patologias emocionais estimuladas pela cultura ocidental.

A fronteira entre o desporto saudável e nocivo é para muitas pessoas uma linha extremamente ténue, tudo porque vivemos uma época impar na nossa sociedade, defende Vitor Sérgio Ferreira, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. 0 sociólogo refere que o culto da imagem se tornou numa ‘religião’ e esse culto faz com que muitos procurem na prática do desporto um caminho para a realização pessoal e social. «A grande diversidade de práticas em que se empenham presentemente cada veztreinos mais indivíduos com o objectivo de actuar com o corpo e sobre o corpo traduz uma dinâmica social de sobreinvestimento corporal que não encontra paralelo no passado. Muitos descrevem este fenómeno como um novo culto, num tempo em que as figuras celebradas tendem não a ser homens ou mulheres modelos de pureza ou de virtude, mas portadores de corpos ideais, corpos de sonho associados a vidas de sucesso e celebridade».

A escravização do corpo pode provocar sequelas marcantes em alguns praticantes.

Queres correr uma meia-maratona?

Queres correr uma meia-maratona

Você que quer participar de uma prova de corrida sensacional e que não seja tão difícil ou desgastante como uma maratona?

É só pensar e se preparar bastante para a meia maratona. O Erin Beresini, da revista Go Outside, dá algumas dicas preciosas para você mandar muito bem psicológica e fisicamente,  aumentando em muito a sua eficiência e chances de poder ir muito bem. Primeiramente você precisa demarcar bem seu objetivo. Na sequência você deve pertencer a algum grupo de corredores, para se ajudarem, um dando animo para o outro. Em terceiro Kurp, ex-recordista de melhor tempo em uma meia maratona, diz que “Você precisa balancear os treinos e as corridas.

Atletismo – Como evitar os 10 erros mais comuns (3ªParte)

 

8 – Treinar com intensidades elevadas sem plano

O treino é constituído pela alternância constante entre intensidades mais elevadas e intensidades mais baixas. Infelizmente não é possível treinar diariamente a intensidades elevadas, pelo que as sessões a seguir aos treinos de elevada intensidade são geralmente de intensidade mais baixa. Por outro lado, as intensidades elevadas também têm vários níveis que devem ser integrados no treino dependendo do tipo de competição que se está a preparar e momento da temporada em relação à competição alvo. A supervisão e acompanhamento por parte de um treinador é essencial para o controlo destes factores no sentido de assegurar o melhor rendimento possível e controlo da forma desportiva,atletismo salvaguardando os problemas que possam advir da integração de intensidades mais elevadas  no processo de treino. Não copies planos de treino que possam não ser adequados para ti e não treines com intensidades elevadas se não souberes a que velocidade deves fazê-lo, com que frequência, com que número de repetições e intervalos de recuperação. Procura um treinador e vais ver que tudo se tornará mais fácil

9 – Treinar com companhia desadequada

Um dos factores que desde sempre identifico como positivo no treino é a companhia e integração num grupo. Tudo se torna mais motivante, as sessões mais duras parecem passar com mais facilidade e o convívio é um factor essencial. Por outro lado, os perigos de treinares diariamente com companhia demasiado rápida para ti são grandes. Cada sessão acaba por transformar-se num treino de intensidade demasiado elevada, com dificuldade de recuperação para a sessão seguinte. Cada corredor tem a sua intensidade de treino individual, não sendo pelo facto de treinares diariamente com alguém de um nível muito superior que irás progredir mais rapidamente, antes pelo contrário. A companhia é um factor positivo quando os parceiros de treino são aproximadamente do mesmo nível, ou quando os mais rápidos estão disponíveis para adaptar a sua intensidade de treino para os mais lentos.

Lesões, o que fazer?

Perguntas e Respostas:

Faz dois anos que comecei a correr. Nas provas de 10km o meu ritmo é de 4m 10s. Treino em alcatrão 4 vezes por semana. Peso 72kg e tenho 1 m74 altura. Uso sapatilhas adidas modelo Adistar, tenho 50 anos. Esta introdução serve para que tenham uma ideia geral e me consigam aconselhar melhor. Nos últimos dois meses apareceu-me no pé direita na parte frontal inferior uma dor forte onde me custa inclusive a poisar. Tirei uma radiografia, mas não acusou nada fracturado. Abrandei os treinos e melhorou ligeiramente, mas agora nota também o mesmo tipo dor ligeira no pé esquerdo. Que opinião e sugestão tem para isto?

DEIXASTE DE EVOLUIR?

Se não progrides como corredor, isto interessa-te

Quando corres com regularidade é normal que evoluas ao princípio, que depois estabilizes e que passado um tempo voltes a melhorar o nível. Melhorar é cada vez mais complicado quando se tem um nível muito alto. Por vezes não se evolui porque não se está a correr de forma correcta. Toma atenção às perguntas e toma as medidas certas.

• Tens aumentado a distância dos treinos ao longo de várias semanas?
Mesmo que só tenhas aumentado ligeiramente os treinos, o teu corpo vai precisar de um descanso. Evita o trabalho de velocidade e séries durante as próximas duas semanas e diminui a quilometragem para metade.

• Fazes os treinos longos suficientemente lentos?
Muitos corredores fazem o seu treino longo a um ritmo demasiado semelhante ao do treino controlado ou inclusivamente ao de competição. Corre entre 1’15” e 1’30” por km mais devagar que o teu ritmo de competição.

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