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Como funciona uma Prova de esforço

Inicialmente utilizada para prevenir e observar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, a prova de esforço tornou-se uma ferramenta imprescindível para os desportistas, na medida em que fornece dados muito úteis para planificar o treino, advertindo além disso sobre problemas ou patologias que possam provocar, por exemplo, casos de morte súbita.

A prova de esforço deve ser realizada com a supervisão de um médico especialista, uma vez que o desportista chega a uma situação de esforço submáximo (próximo do máximo que o seu organismo é capaz) que permite realizar avaliações valiosas mas implica um risco. O instrumental para a obtenção dos valores requer normalmente que se realize num laboratório, apesar de já existirem dispositivos portáteis para realizar a prova em pista.

Lidar com as Lesões

Há um grande número de lesões comuns que acontecem durante os exercícios. Por vezes é apenas uma tensão muscular, algo que vai curar bastante depressa. Outras vezes, é mais grave – uma entorse, um osso quebrado ou um ligamento rasgado. Depois de obter o check-out do médico, você tem que começar a recuperação. Frequentemente, a parte mais difícil do processo é permitir ao seu organismo o tempo de que necessita para se recuperar.

Seja qual for a sua lesão, não é preciso entrar em pânico. Você vai-se curar e vai voltar para o seu treino normal. Estas sugestões podem ajudá-lo:

Estoril Open – Rui Machado derrotado pelo cansaço

A única coisa de que Rui Macha­do se pode queixar, após a derrota de ontem, na segunda eli­minatória, é da falta de frescura física para continuar a criar sérios problemas a um adversário bem mais cotado. Dian­te do francês Florent Serra (101° joga­dor mundial), o nosso representante perdeu, pelos parciais de 6-7, 5/7 e 1-6, e “saiu” do encontro depois de ter desperdiçado a preciosa vantagem de 5/4 no desempate da primeira partida. “Entrei mal no encontro”, reconhe­ceu o actual 371° do ranking ATP. E realmente num ápice viu-se a perder por 0-4. Recompôs-se, evitou um set point no oitavo jogo, com a desvanta­gem de 2-5, que acabaria por lançá-lo numa interessante recuperação. Vol­tou a registar um mau começo, desta feita, no tiebreak, mas conseguiu ope­rar nova reviravolta de 0/4 para 5/4. Quando tudo fazia prever que seria capaz de fechar o set, beneficiando de dois pontos de serviço, falhou e per­deu três seguidos 5/7. “Nessa altura não fui feliz e merecia ter tido a sorte do meu lado”, lamentou.

Como melhorar a respiração?

Os aparelhos para treinar a respiração funcionam? Pode-se treinar para melhorar os pulmões?

Cada vez que tens os pulmões cheios e quando de seguida os esvazias estás a trabalhar a musculatura do teu diafragma. Quando realizamos um esforço intenso, respiramos com maior frequência e passado um tempo essa muscu­latura cansa-se, especialmente na fase de entrada de ar, uma vez que a expi­ração é assistida por um menor número de grupos musculares. Com o objectivo de melhorar a capacidade inspiratória, os desportistas de resistência desenharam estes curiosos aparelhos que oferecem resistência regulável no momento de inspiração. Mas… essas melhoras notam-se realmente nas tuas marcas? Segundo um estudo preliminar, recentemente publi­cado pelo British Journal of Sport Medicine, sim. Seleccionaram-se 16 desportistas que realizaram durante 4 semanas um treino de corrida idêntico. Metade deles fizeram, além disso, diariamente, 30 respirações com um aparelho de resistência para treinar a respiração. Efectuaram-se provas de V02 máx. (consumo de oxigénio), tempos em 5.000 metros e capacidade pulmonar antes, durante e depois do estúdio. Depois de 4 semanas, os grupos produziram melhoras similares tanto no consumo de oxigénio como na capacidade pulmonar. Surpreendentemente, foi na marca de 5 km onde melhoram em maior medida aqueles que usaram os aparelhos.

Triatlo – Dúvidas

Quantas vezes treino as transições?

Uma vez por semana (nas semanas anteriores à competição) pode ser suficiente. Alterna uns dias com bicicleta mais exigente e corrida curta e fácil, outros dias com bicicleta fácil ou rolos e corrida com ritmos de competição. Não é imprescindível ser uma transição rápida como fazes nas corridas. Importa, sim, que comeces a correr nos 10 minutos seguin­tes depois de terminares na bicicleta.

Há algum treino para sentir menos a mudança da bici­cleta para a corrida, para que as minhas pernas não se ressintam tanto?

"Multitransições", o que significa que deves repetir várias vezes uma sequência de bicicletaTriatlo + corrida. Por exemplo, 10′ bicicleta + 5′ correr. Repetir 3 vezes.

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