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Arte Marcial – Battojutsu

O instrutor Carlos Martins refuta a ideia de que o Battojutsu é uma arte marcial em vias de extinção. «Evidentemente que, nos dias de hoje, ninguém defende a sua vida com espadas à cintura, nem mesmo algo semelhante é permitido na sociedade actual. No entanto, a necessidade de manter vivas as tradições também se aplica a esta escola, que tem como principais benefícios a criação da harmonia necessária para enfrentar o quotidiano nas melhores condições físicas e psicológicas, pois o ritmo alucinante das sociedades actuais contrasta com a suavidade e beleza de movimento do battojutsu, que proporciona principalmente paz de espírito ao praticante da modalidade». Leveza de movimentos, concentração, precisão e paz espiritual são apenas algumas das qualidades do battojutsu, arte com origem no século XVI, praticada por Sueyoshi Akeshi Sensei na antiga escola de sabres Kashima Shin Ryu, e revitalizada no início do século XX por Kunii Zen’ya. 0 battojutsu chega ao nosso país pelas mãos de Sueyoshi Akeshi Sensei, no final dos anos 90. «A aprendizagem não é muito diferente de qualquer outra arte marcial. A evolução do praticante é longa e requer muita dedicação, paciência e curiosidade. Normalmente começa-se a praticar com o BOKEN (espada de madeira), devido à pouca ou nenhuma experiência que os praticantes têm no manuseio de artefactos em metal (KATANA). Dependendo da sua evolução técnica, só alguns meses mais tarde os alunos começam a ter contacto directo com a KATANA.» Carlos Martins salienta ainda que não existe o conceito de graduações no battojutsu. «Cada aluno ganha a sua posição no seio da escola com o evoluir da sua técnica, dedicação e fidelidade para com o Mestre Sueyoshi. O dividendo que se retira desta escola é a acumulação de conhecimento e, principalmente, o prazer de treinar.» Prazer que no entanto é sinónimo de dificuldades. O instrutor refere que «o desbloquear de movimentos» acaba por ser mais complicado, «já que os praticantes utilizam músculos que não sabiam até ao momento utilizar e aprendem a coordená-los. Sentem o corpo de uma outra forma, reconhecem novas aptidões físicas até então adormecidas». E é essa exploração física e espiritual que faz do battojutsu uma arte milenar sui generis, que cativa cada vez mais praticantes, mesmo que estes não possam utilizar o sabre no seu dia-a-dia. Mas, e isso é o mais importante, usam os seus ensinamentos!

Fím-de-semana

Desporto Aventura

CAMINHADA – Lousã

No sábado, conheça as aldeias vivas do concelho de Góis, onde os participantes podem desfrutar de características e tradições únicas do território do xisto: alambique, forno e moinhos comunitários, culturas serranas, exploração de cabras e produção artesanal de mel da serra da Lousã.

CAMINHADA

CANYONING – Gerês

Hóquei Subaquático

Jogar hóquei subaquático poderá parecer uma brincadeira, mas a modalidade já é disputada em mais de 50 países, entre eles Portugal, que tem inclusive um campeonato nacional. Fomos para a piscina do Instituto Superior Técnico para descobrir os segredos desta modalidade. Haja fôlego…

O material

Para teres o material completo do hóquei subaquático deverás desembolsar cerca de 80/100 euros, embora seja possível treinares no Instituto Superior técnico de graça porque o banco BPI comprou material para a pratica da modalidade. De notar que as luvas podem ser personalizadas, já que há empresas no estrangeiro que concretizam o sonho deimage qualquer jogador. Um dos sites a visitai é o http://www.bentfishdesign.com. Usa a imaginação, pois no site poderás encontrar o material que precisas.

Râguebi – Qualificação Mundial 2015

Errai Brain quer apurar Lobos para o Mundial 2015

Qualificação para o Mundial 2015 é o “maior desafio da carreira” do novo seleccionador português de râguebi, o neozelandês Errol Brain, que aceitou abandonar umas das maiores potências da modalidade pa­ra tentar fazer renascer os Lobos.

Aos 42 anos, Errol Brain trocou a sua terra natal da Nova Zelândia, unia das nações mais fortes do plane­ta oval, por Portugal, um país onde a modalidade ainda é composta por jo­gadores amadores. “Sei que são ama­dores, mas a atitude tem sido muito profissional. Isso é o que é necessá­rio. Se não acreditasse no apuramen­to de Portugal para o Mundial 2015 (Inglaterra) não estaria aqui. É um desafio muito grande que vou ter pe­la frente, mas acredito que vamos conseguir”, disse Brain à Lusa.

O novo líder dos Lobos explicou que aceitou o convite da Federação Portuguesa de Râguebi (FPR) por ser uma “oportunidade única” de trei­nar uma selecção, mas admitiu que sentealguma pressão em suceder ao técnico Tomaz Morais, que, durante os nove anos em que ocupou o cargo, venceu o Torneio Europeus da Na­ções (2004) e levou Portugal pela pri­meira a um Mundial (França 2007).

Windsurf – Começa bem…

 

O maior problema para começares é sem dúvida, conseguir o equilíbrio em cima da prancha. Ultrapassada esta fase, o passo a seguir é manobrar a prancha com vela e o vento.

Se queres experimentar a modalidade deves inscrever-te numa escola da modalidade. Não descures a segurança nem os caprichos do mar e do vento. Para evitar acidentes e a deterioração do material, deves verificar regularmente o estado dos teus equipamentos. Para a prática do windsurf o limite mínimo de idade é de oito ou nove anos, que é quando os jovens já revelam capacidade física para controlar a vela.

O primeira passo:image

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