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Aplicações para monitorizar os seus treinos

Existe hoje em dia muitas aplicações que permitem acompanhar os vossos treinos, criar planos de treino, gravar os seus percursos, medir a distância percorrida, calorias gastas ou simplesmente medir a sua frequência cardíaca.

Ao longo do tempo permite ajudar os seus treinos e motiva-lo a obter uma melhor performance na sua modalidade de selecção. Por isso fica aqui algumas aplicações que de certeza vão-lhe ajudar.

Os personal trainers aconselham Body Pump

O que é?

Uma mistura de exercício aeróbico e pesos. Tornou-se extremamente popular em todo o mundo em cerca de 40 países diferentes.

Quem é que visam?
Destina-se a qualquer pessoa que tenha mais de 16 anos. Existem versões do mesmo para as pessoas mais jovens que envolvem menos trabalho com pesos. Há ginásios com aulas especiais.

Será que vai mudar a maneira como eu olho?
Os personal trainers afirmam que vai mudar a estética do seu corpo. Se bem que depende muito o seu compromisso. Dá-lhe uma melhor postura, reduz a sua massa de gordura corporal e aumenta definição muscular.

Inicia-te no Montanhismo

O Clube de Campismo do Porto promove um curso de iniciação ao montanhismo. Entre muitas emoções e noções básicas próprias da modalidade, o curso aborda temas como o material propicio para usar na montanha, a alimentação mais adequada, a protecção da natureza, orientação e topografia. As aulas teóricas vão ser leccionadas de segunda-feira a quinta-feira nas instalações do clube e as aulas práticas vão ser nos fins-de-semana. Os locais escolhidos para aprimorares a tua técnica e desenvolveres o gosto pelo montanhismo serão Valongo, Serra da Peneda e Serra da Freita. Contacta a organização através do site www.ccpmontanha.com.

Faça exercício físico sem grandes custos

Quantas vezes não ouviu já esta desculpa? “Ah e tal eu gostava muito de ema­grecer, mas os ginásios são tão caros.” Pois bem, acabaram-se as desculpas. Sair de casa para dar uma corrida num parque perto de casa, ou no paredão, junto ao mar, que não fica assim tão longe do seu lar, não custa assim tanto. E, se preferir, chame um(a) amigo(a), para não “so­frer” sozinho(a). Faça des­te gesto uma rotina e vai ver que os resultados co­meçam logo a surgir.

E mais, já viu que ainda vai poder fazer inveja àqueles que andam a gas­tar rios de dinheiro nos gi­násios, onde só vão de vez em quando? E ainda exi­bir a sua forma mais defi­nida e tão low cost?

Se, por outro lado, é da­queles que não gosta de correr, não se preocupe, tem outras soluções. Basta que ande mais (e mais de­pressa claro), e por cada minuto está a queimar cerca de oito calorias. Se a estrada ou passeio forem íngremes, melhor! Mais calorias está a queimar.

Arte Marcial – Battojutsu

O instrutor Carlos Martins refuta a ideia de que o Battojutsu é uma arte marcial em vias de extinção. «Evidentemente que, nos dias de hoje, ninguém defende a sua vida com espadas à cintura, nem mesmo algo semelhante é permitido na sociedade actual. No entanto, a necessidade de manter vivas as tradições também se aplica a esta escola, que tem como principais benefícios a criação da harmonia necessária para enfrentar o quotidiano nas melhores condições físicas e psicológicas, pois o ritmo alucinante das sociedades actuais contrasta com a suavidade e beleza de movimento do battojutsu, que proporciona principalmente paz de espírito ao praticante da modalidade». Leveza de movimentos, concentração, precisão e paz espiritual são apenas algumas das qualidades do battojutsu, arte com origem no século XVI, praticada por Sueyoshi Akeshi Sensei na antiga escola de sabres Kashima Shin Ryu, e revitalizada no início do século XX por Kunii Zen’ya. 0 battojutsu chega ao nosso país pelas mãos de Sueyoshi Akeshi Sensei, no final dos anos 90. «A aprendizagem não é muito diferente de qualquer outra arte marcial. A evolução do praticante é longa e requer muita dedicação, paciência e curiosidade. Normalmente começa-se a praticar com o BOKEN (espada de madeira), devido à pouca ou nenhuma experiência que os praticantes têm no manuseio de artefactos em metal (KATANA). Dependendo da sua evolução técnica, só alguns meses mais tarde os alunos começam a ter contacto directo com a KATANA.» Carlos Martins salienta ainda que não existe o conceito de graduações no battojutsu. «Cada aluno ganha a sua posição no seio da escola com o evoluir da sua técnica, dedicação e fidelidade para com o Mestre Sueyoshi. O dividendo que se retira desta escola é a acumulação de conhecimento e, principalmente, o prazer de treinar.» Prazer que no entanto é sinónimo de dificuldades. O instrutor refere que «o desbloquear de movimentos» acaba por ser mais complicado, «já que os praticantes utilizam músculos que não sabiam até ao momento utilizar e aprendem a coordená-los. Sentem o corpo de uma outra forma, reconhecem novas aptidões físicas até então adormecidas». E é essa exploração física e espiritual que faz do battojutsu uma arte milenar sui generis, que cativa cada vez mais praticantes, mesmo que estes não possam utilizar o sabre no seu dia-a-dia. Mas, e isso é o mais importante, usam os seus ensinamentos!

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