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Portugueses em busca das medalhas

Jogos Olímpicos – São cinco os atletas portugueses favoritos para chegar, em Pequim, à 4a medalha ouro para as cores nacionais. Portugal leva a Pequim 78 atletas para bater record de 2004 (2 medalhas de prata e uma de bronze).

Portugal e as meda­lhas nos Jogos Olímpi­cos têm uma relação que tem vindo a crescer. O Comité português já participou por 21 vezes nas Olimpíadas, algo que começou em 1912, em Es­tocolmo. Neste período fo­ram conquistadas 20 medal­has – três de ouro, seis de prata e 11 de bronze -, em se­te modalidades: atletismo, ve­la, hipismo, tiro, esgrima, judo e ciclismo. Foi preciso es­perar 72 anos pela primeira medalha de ouro, um triun­fo obtido por Carlos Lopes na maratona, em Los Ange­les (1984). Era a medalha que faltava e o feito foi repetido em Seul, quatro anos depois, por Rosa Mota, tam­bém na maratona e por Fer­nanda Ribeiro, nos 10 mil metros em Atlanta 1996. O melhor resultado conjun­to foi na última edição dos Jo­gos Olímpicos, em Atenas: duas medalhas de prata, uma de bronze e 10 finalistas (em 82 atletas). Este ano e com 78 participantes, o desafio é o de conseguir superar os resulta­dos do passado e, quem sabe, acrescentar mais uma me­dalha de ouro ao palmarés português. São cinco os por­tugueses que, aparentemen­te, mais garantias dão de che­gar ao ouro. Vanessa Fernandes corre na frente. A triatleta conta com 20 vitórias em Taças do Mundo de Triatlo, igualando o número de vitórias da len­dária Emma Carney. Em 2006, chegou à primeira po­sição do ranking mundial de triatlo e é a grande favorita da competição. Naide Fer­nandes é outra possível favorita no salto em comprimento. Conquistou este ano o titulo de campeã do mundo em pista coberta em Valência em Julho, e em Estocolmo, teve a melhor marca mundial do ano. Já o outro favorito, Nélson Évora foi campeão do mundo do triplo salto no ano passado e nos últimos meetings internacionais ficou em 1º em Atenas e 2º no Mónaco Depois de aos 18 anos ter obtido um 9º em Atenas, a judoca Telma Monteiro reuniu o ano passado três medalhas de ouro em Taças do Mundo. Já Francis Obikwelu, que representou a Nigéria em 1996 e 2000, com as cores nacionais brilhou em 2004: vice-campeão dos 100 metros e 5º nos 200 metros. O melhor resultado deste ano foi a vitória nos 100 metros, no meetíng de Roma.

 

Kung Fu

Comparada com outras artes marciais, o Kung Fu em Portugal é um fenómeno relativamente recente, tendo surgido no início da década de 90 as primeiras escolas desta actividade. O sistema Choy Lee Fut, sobre o qual se faz alusão neste artigo, foi o primeiro a instalar-se no nosso país em meados dos anos 80, muito anos antes de se dar início a esta onda relacionada com as artes marciais chinesas. É também aquele que neste momento se encontra mais expandido no nosso território e que possui uma intervenção de âmbito nacional alargada com o exercício de diversas actividades relacionadas com o treino, a formação e a competição.

 

Em finais dos anos 90, foi fraccionada a prática deste sistema em duas vertentes, uma relacionada com a arte de luta propriamente dita e a outra com o Chi Kung e a sua especialização, o sistema Lohan, que devido à riqueza e profundidade dos seus conteúdos, se tornou um dos mais praticados e requeridos pelos portugueses. Crianças e adultos de ambos os sexos

Triatlo – Dúvidas

Quantas vezes treino as transições?

Uma vez por semana (nas semanas anteriores à competição) pode ser suficiente. Alterna uns dias com bicicleta mais exigente e corrida curta e fácil, outros dias com bicicleta fácil ou rolos e corrida com ritmos de competição. Não é imprescindível ser uma transição rápida como fazes nas corridas. Importa, sim, que comeces a correr nos 10 minutos seguin­tes depois de terminares na bicicleta.

Há algum treino para sentir menos a mudança da bici­cleta para a corrida, para que as minhas pernas não se ressintam tanto?

"Multitransições", o que significa que deves repetir várias vezes uma sequência de bicicletaTriatlo + corrida. Por exemplo, 10′ bicicleta + 5′ correr. Repetir 3 vezes.

Campeonato do Mundo de Piscina Curta

Nadadores portugueses geram expectativa para o Campeonato do Mundo de Piscina Curta

Portugal vai participar no Campeonato do Mundo de Piscina Curta, que se realiza no Dubai entre os dias 15 e 19 de Dezembro, onde espera alcançar algumas finais, à semelhança do que aconteceu no Campeonato da Europa de Piscina Curta, que decorreu em Eindhoven, na Holanda, no passado mês de novembro. A Selecção Nacional, composta por oito nadadores, alcançou três finais no torneio europeu, com Duarte Mourão a ficar em 4.° lugar nos 200 metros mariposa e Diogo Carvalho no 6.° lugar nos 200 metros estilos e no 7.° lugar nos 400 metros estilos. Na competição feminina Sara Oliveira, que chegou à meia-final nos 100 metros mariposa, quebrou o recorde nacional nos 200 metros mariposa. “Está criada uma onda de entusiasmo e expectativa para os Mundiais, sabendo que os nadadores que irão estar presentes honrarão altivamente o país”, expressou o seleccionador nacional, Rui Magalhães, após a participação portuguesa na competição europeia, de acordo com um comunicado da Federação Portuguesa deNatação. O responsável técnico afirmou que “os resultados atingidos superam, em larga escala, aqueles registados antes do período meteórico por que passou a natação mundial”. Ao nível internacional, a ausência da estrela norte-americana Michael Phelps, vencedor de oito medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, no Mundial do Dubai desvia as atenções agora para outros atletas. Entre os nadadores promissores destacam-se o brasileiro César Cielo, medalha de ouro nos 50 metros estilos livres em Pequim, que se revela confiante para a competição, e o norte-americano Ryan Lochte, que ganhou quatro medalhas de ouro e duas de prata no último Mundial na prova de piscina de 25 metros, disputado em Inglaterra.

Atletismo – Como evitar os 10 erros mais comuns (3ªParte)

 

8 – Treinar com intensidades elevadas sem plano

O treino é constituído pela alternância constante entre intensidades mais elevadas e intensidades mais baixas. Infelizmente não é possível treinar diariamente a intensidades elevadas, pelo que as sessões a seguir aos treinos de elevada intensidade são geralmente de intensidade mais baixa. Por outro lado, as intensidades elevadas também têm vários níveis que devem ser integrados no treino dependendo do tipo de competição que se está a preparar e momento da temporada em relação à competição alvo. A supervisão e acompanhamento por parte de um treinador é essencial para o controlo destes factores no sentido de assegurar o melhor rendimento possível e controlo da forma desportiva,atletismo salvaguardando os problemas que possam advir da integração de intensidades mais elevadas  no processo de treino. Não copies planos de treino que possam não ser adequados para ti e não treines com intensidades elevadas se não souberes a que velocidade deves fazê-lo, com que frequência, com que número de repetições e intervalos de recuperação. Procura um treinador e vais ver que tudo se tornará mais fácil

9 – Treinar com companhia desadequada

Um dos factores que desde sempre identifico como positivo no treino é a companhia e integração num grupo. Tudo se torna mais motivante, as sessões mais duras parecem passar com mais facilidade e o convívio é um factor essencial. Por outro lado, os perigos de treinares diariamente com companhia demasiado rápida para ti são grandes. Cada sessão acaba por transformar-se num treino de intensidade demasiado elevada, com dificuldade de recuperação para a sessão seguinte. Cada corredor tem a sua intensidade de treino individual, não sendo pelo facto de treinares diariamente com alguém de um nível muito superior que irás progredir mais rapidamente, antes pelo contrário. A companhia é um factor positivo quando os parceiros de treino são aproximadamente do mesmo nível, ou quando os mais rápidos estão disponíveis para adaptar a sua intensidade de treino para os mais lentos.

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