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Ciclismo – Volta a Portugal

73.a edição da prova terá muita montanha. Arranca em Fafe, a 4 de Agosto, e termina em Lisboa, a 15. Vão participar 14 equipas.

Cinco metas em altitude, dez etapas, um prólogo em Fafe e a chegada a Lisboa, após um total de 1.626,8 quilómetros. Assim será a próxima Volta a Portugal em bicicleta, que começa a 4 de Agosto e tennina a 15 do mesmo mês, apre­sentada ontem em Lisboa.

Face ao percurso da 73.a edição da Volta, na qual não faltará a Sra. da Graça, Penhas da Saúde ou a Tor­re, Joaquim Gomes, o direc­tor da prova, avisou que “quem não conseguir recu­perar diariamente e estar a 100% não ganhará esta Volta”. O ex-ciclista acres­centou que para vencer um “corredor terá, obviamen­te, de ter por trás de si uma grande equipa”.

Conselhos para o dia de competição

1- Toma um bom pequeno almoço que deves terminar 3h antes de hora de partida prevista (1 banana madura, 1 chá preto grande, 3-4 fatias de pão com mel/doce/marmelada, evitando o leite e seus derivados);

2- Comparece no local da competição de forma a puderes a preparar todo o teu material e efectuar o check-in de entrada no Parque de transição entre os primeiros;

3- No interior do PT toma pontos de referência para saberes onde está o teu material. Repete várias vezes o percurso desde a entrada do PT até à tua bicicleta para simulares a transição 1 e da tua bicicleta à saída do PT para simulares da 2” transição;

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5 – Competir em demasia

O calendário desportivo de corridas é cada vez mais extenso e variado. Sem grandes deslocações, num país pequeno como Portugal, é praticamente possível competir todos os fins-de-semana. Por outro lado, as corridas são altamente motivantes e o convívio com o pelotão da corrida tem uma série de particularidades que fazem da competição um momento de corrida diferente. Em competição, por muito pouco interesse que possa ter, dás sempre o teu melhor se não fores um corredor bastante experiente e com objectivos e ritmos perfeitamente definidos. As competições demasiado frequentes obrigam a muitos quilómetros a ritmos elevados, geralmente em asfalto, com sapatilhas que têm pouco amortecimento. Por outro lado, quando competimos muito regularmente, acabamos poratletismo treinar bastante menos e portanto limitar a nossa progressão. Antes de cada competição a  tendência é aliviar a carga de treino pelo menos 2-3 dias antes, e a recuperação obriga a outros tantos dias a treinar menos. Portanto, quem compete todos os fins-de-semana não treina! Entra num processo de Descanso-Recuperação a que as competições obrigam! Define claramente o teu calendário competitivo e selecciona as competições que consideras de preparação para as competições que consideras principais. Quanto maior forem as distâncias em que competes, menor terá de ser o número de competições onde poderás participar.

6 – Realizar treinos longos ou competições longas sem reabastecimento

Acima de uma duração de lh20, seja em treino ou competição, deverás reabastecer durante o esforço. A água e energia disponível no teu organismo são limitadas. Se repuseres durante o próprio esforço, conseguirás não só manter o teu ritmo por mais tempo, como também irás recuperar mais depressa para a sessão seguinte porque não levaste o teu corpo a determinados limites. Segue um plano simples de reabastecimento e vai experimentado produtos até encontrares os que melhor se adaptam ao teu organismo e que mais gostes. Na corrida, a reposição de água e gel energético é suficiente, sabendo que a título indicativo te aconselhamos o seguinte:

Portugueses em busca das medalhas

Jogos Olímpicos – São cinco os atletas portugueses favoritos para chegar, em Pequim, à 4a medalha ouro para as cores nacionais. Portugal leva a Pequim 78 atletas para bater record de 2004 (2 medalhas de prata e uma de bronze).

Portugal e as meda­lhas nos Jogos Olímpi­cos têm uma relação que tem vindo a crescer. O Comité português já participou por 21 vezes nas Olimpíadas, algo que começou em 1912, em Es­tocolmo. Neste período fo­ram conquistadas 20 medal­has – três de ouro, seis de prata e 11 de bronze -, em se­te modalidades: atletismo, ve­la, hipismo, tiro, esgrima, judo e ciclismo. Foi preciso es­perar 72 anos pela primeira medalha de ouro, um triun­fo obtido por Carlos Lopes na maratona, em Los Ange­les (1984). Era a medalha que faltava e o feito foi repetido em Seul, quatro anos depois, por Rosa Mota, tam­bém na maratona e por Fer­nanda Ribeiro, nos 10 mil metros em Atlanta 1996. O melhor resultado conjun­to foi na última edição dos Jo­gos Olímpicos, em Atenas: duas medalhas de prata, uma de bronze e 10 finalistas (em 82 atletas). Este ano e com 78 participantes, o desafio é o de conseguir superar os resulta­dos do passado e, quem sabe, acrescentar mais uma me­dalha de ouro ao palmarés português. São cinco os por­tugueses que, aparentemen­te, mais garantias dão de che­gar ao ouro. Vanessa Fernandes corre na frente. A triatleta conta com 20 vitórias em Taças do Mundo de Triatlo, igualando o número de vitórias da len­dária Emma Carney. Em 2006, chegou à primeira po­sição do ranking mundial de triatlo e é a grande favorita da competição. Naide Fer­nandes é outra possível favorita no salto em comprimento. Conquistou este ano o titulo de campeã do mundo em pista coberta em Valência em Julho, e em Estocolmo, teve a melhor marca mundial do ano. Já o outro favorito, Nélson Évora foi campeão do mundo do triplo salto no ano passado e nos últimos meetings internacionais ficou em 1º em Atenas e 2º no Mónaco Depois de aos 18 anos ter obtido um 9º em Atenas, a judoca Telma Monteiro reuniu o ano passado três medalhas de ouro em Taças do Mundo. Já Francis Obikwelu, que representou a Nigéria em 1996 e 2000, com as cores nacionais brilhou em 2004: vice-campeão dos 100 metros e 5º nos 200 metros. O melhor resultado deste ano foi a vitória nos 100 metros, no meetíng de Roma.

 

Kung Fu

Comparada com outras artes marciais, o Kung Fu em Portugal é um fenómeno relativamente recente, tendo surgido no início da década de 90 as primeiras escolas desta actividade. O sistema Choy Lee Fut, sobre o qual se faz alusão neste artigo, foi o primeiro a instalar-se no nosso país em meados dos anos 80, muito anos antes de se dar início a esta onda relacionada com as artes marciais chinesas. É também aquele que neste momento se encontra mais expandido no nosso território e que possui uma intervenção de âmbito nacional alargada com o exercício de diversas actividades relacionadas com o treino, a formação e a competição.

 

Em finais dos anos 90, foi fraccionada a prática deste sistema em duas vertentes, uma relacionada com a arte de luta propriamente dita e a outra com o Chi Kung e a sua especialização, o sistema Lohan, que devido à riqueza e profundidade dos seus conteúdos, se tornou um dos mais praticados e requeridos pelos portugueses. Crianças e adultos de ambos os sexos

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