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Várias actividades que pode praticar para o seu bem estar e não só…

Sumos naturais

A hidratação é um factor muito im­portante na saúde do nosso corpo que ganha ainda mais destaque nesta altura do ano, em que as temperatu­ras são mais elevadas. A água é, por isso, essencial ao nosso organismo, sendo também o principal componente da fruta. Assim, o consumo de sumos de fruta naturais é uma excelente forma de hidratar o corpo e consumir uma enorme variedade de vitaminas e sais minerais. No entanto, os sumos naturais devem ser consumidos imediatamente após a sua preparação para que as suas vitaminas não se percam. Descubra algumas das propriedades medicinais da fruta.

Abacaxi - facilita a digestão, é oxidante e desobstrutivo.

Ameixa - é laxante e recomendada para as infecções das vias urinárias devido às suas propriedades diuréticas.

Amêndoa - combate as doenças das vias respiratórias.

Banana - combate a diarreia e tem efeitos calmantes.

Cereja - combate a arteriosclerose.sumos de fruta

Coco - é calmante e combate as inflamações dos intestinos.

Figo - é laxante e é eficaz no alívio de dores.

Laranja - estimula o apetite, é laxante e diurética e é excelente no combate ao reumatismo e à falta de vitamina C.

Limão - é eficaz contra a febre e reumatismo.

Maçã - combate a diarreia e é benéfica para o cérebro.

Manga - é digestiva e refrescante.

Maracujá - é calmante, alivia as dores e as inflamações.

Melão - é calmante e diurético.

Morango - é diurético, laxante e elimina as toxinas do fígado.

Pêra - ajuda a baixar a tensão arterial.

Pêssego - é um precioso alimento para os diabéticos.

Uva - aumenta a vitalidade do sistema nervoso

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Saladas de Verão

Constituem uma opção alimentar saudável e equilibrada

Com o tempo quente é frequente as pessoas optarem por comer sala­das às refeições, a maior parte das vezes numa tentativa de controlar o peso. No entanto, uma salada fresca e rica em vitaminas, mine­rais, fibras, hidrates de carbono e proteínas constitui uma excelente refeição em termos nutricionais. Quem o confirma é a presidente da Associação Portuguesa de Nu­tricionistas (APN), Alexandra Ben­to. “Os legumes são alimentos que contêm uma grande quantidade de vitaminas, minerais, fibras e água, daí terem um baixo valor calórico. Além disso, trata-se de alimen­tos frescos, que podem ser consu­midos crus ou, ainda que quando cozidos, podem ser arrefecidos e consumidos frios, o que nesta al­tura do ano é bastante aliciante. Além disso, por terem um baixo valor calórico e ao conseguirmos ter uma sensação de saciedade com eles, uma vez que são ricos em fibras, são bons aliados no que ao controlo do. peso diz respeito, ou seja, há inúmeras vantagens em consumir este tipo de alimen­tos”. No entanto, para serem uma opção válida em termos nutricio­nais, as saladas têm de ter mais do que a tradicional alface, tomate ou cenoura, para que consigamos ingerir todos os nutrientes que são indispensáveis para a nossa saúde. “Os hidrates de carbono, as proteínas e as próprias gordu­ras quase não estão presentes nas saladas tradicionais, uma vez que sãoSaladas precisamente estes os nutrien­tes que fornecem calorias para o nosso organismo. No entanto, estes também são essenciais para a saúde, pelo que não podem ser totalmente eliminados”, esclarece Alexandra Bento. O segredo está em fazer saladas com uma grande variedade de legumes, “nomeada­mente com diversas cores, porque a cor significa riqueza em termos nutricionais, adicionando-lhes ali­mentos que nos forneçam outros nutrientes, tais como ovos, atum conservado em água, frango cozi­do desfiado, frutos secos ou fruta da época”, desta forma as saladas podem de facto substituir uma refeição, de uma forma bastante saudável e equilibrada. Sejam quais forem os ingredientes seleccionados o importante é que não se “encharquem” as saladas em gordura, ou seja, “em maionese, em óleo ou em azeite”, salienta a nutricionista, recomendando também a dispensa do sal. “Numa salada deste género o sal é perfeitamente dispensável, porque o próprio sabor dos alimentos, jun­tamente com algumas ervas aromáticas é suficiente em termos de tempero”. Importante será referir, que se devem adicionar também às saladas leguminosas, porque estas são uma excelente fonte de fibras, hidrates de carbono e proteínas. “Se pusermos a imaginação a fun­cionar teremos com toda a certeza uma salada bastante rica em ter­mos nutricionais. O importante é ir variando os alimentos, nunca misturando dois alimentos do mesmo tipo, ou seja, duas leguminosas ou duas frutas, e nunca os utilizando em grandes quan­tidades”, advoga a presidente da APN. De acordo com estudos recentes, o consumo adequado de hortofrutícolas permite a pre­venção de diversas doenças, tais como a diabetes tipo 2, o cancro, as doenças cardiovasculares, a obstipação e a obesidade, entre outras. Assim, mais do que ex­celentes aliadas no combate à “balança” as saladas são também uma opção mais do que válida na promoção de uma vida saudável.

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O que uma mulher grávida come é fundamental para garantir o Bom desenvolvimento do feto. Por Isso, é necessário que não se prive de nada, mas sem apesar de doces e gorduras. Ainda na barriga da mãe, o bebé já sabe o que lhe agrada, até porque desde o segundo mês de gestação que o feto tem desenvolvidas as células responsáveis pelo paladar, conseguindo perceber as diferenças da alimentação da mãe: ácido, salgado, amargo e doce. Por isso, para que o bebé possa ficar a saber, des­de logo, quais as suas preferências (mas não só!), é fundamental que a mãe faça uma alimentação varia­da durante a gravidez, mas sem cair em excessos de doces e gorduras. Uma gestante bem nutrida garante ao feto praticamente tudo o que ele precisa para se de­senvolver correctamente. Daí a importância de uma alimentação equilibrada, repartida entre cinco a seis refeições diárias, rica em fibras, proteínas, hidratos de carbono e vitaminas. Por outro lado, se está grávida nunca opte por ini­ciar uma dieta de emagrecimento durante agrávida gestação, dado que pode comprometer seriamente a nutrição e desenvolvimento do seu bebé. Embora seja importan­te controlar o seu peso, para que não atinja um volu­me que muito dificilmente irá perder no pós-parto, é essencial continuar a comer de tudo um pouco, mas sempre de forma equilibrada e de acordo com os con­selhos do seu médico. Se, por um lado, não deve dei­xar faltar nenhum nutriente ao bebé, por outro, um apetite exagerado da mãe também será negativo para o feto, que, mais tarde, poderá vir a ser uma criança com tendência para a obesidade. Por isso, já sabe, a saúde do seu filho depende seriamente do que comei durante a gravidez.

Dica: A média de consumo calórico diário recomendado para uma mulher saudável e activa é de 1800 calorias. Para as grávidas, a recomendação é que se acrescentem 300 calorias a partir do segundo trimestre da gestação, considerando o desenvolvimento do feto e o ganho de peso da mãe.

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