Posted on Jul 30, 2008 under Alimentação, Saúde |
A hidratação é um factor muito importante na saúde do nosso corpo que ganha ainda mais destaque nesta altura do ano, em que as temperaturas são mais elevadas. A água é, por isso, essencial ao nosso organismo, sendo também o principal componente da fruta. Assim, o consumo de sumos de fruta naturais é uma excelente forma de hidratar o corpo e consumir uma enorme variedade de vitaminas e sais minerais. No entanto, os sumos naturais devem ser consumidos imediatamente após a sua preparação para que as suas vitaminas não se percam. Descubra algumas das propriedades medicinais da fruta.
Abacaxi - facilita a digestão, é oxidante e desobstrutivo.
Ameixa - é laxante e recomendada para as infecções das vias urinárias devido às suas propriedades diuréticas.
Amêndoa - combate as doenças das vias respiratórias.
Banana - combate a diarreia e tem efeitos calmantes.
Cereja - combate a arteriosclerose.
Coco - é calmante e combate as inflamações dos intestinos.
Figo - é laxante e é eficaz no alívio de dores.
Laranja - estimula o apetite, é laxante e diurética e é excelente no combate ao reumatismo e à falta de vitamina C.
Limão - é eficaz contra a febre e reumatismo.
Maçã - combate a diarreia e é benéfica para o cérebro.
Manga - é digestiva e refrescante.
Maracujá - é calmante, alivia as dores e as inflamações.
Melão - é calmante e diurético.
Morango - é diurético, laxante e elimina as toxinas do fígado.
Pêra - ajuda a baixar a tensão arterial.
Pêssego - é um precioso alimento para os diabéticos.
Uva - aumenta a vitalidade do sistema nervoso
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Posted on Jul 30, 2008 under Alimentação, Saúde |
Constituem uma opção alimentar saudável e equilibrada
Com o tempo quente é frequente as pessoas optarem por comer saladas às refeições, a maior parte das vezes numa tentativa de controlar o peso. No entanto, uma salada fresca e rica em vitaminas, minerais, fibras, hidrates de carbono e proteínas constitui uma excelente refeição em termos nutricionais. Quem o confirma é a presidente da Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN), Alexandra Bento. “Os legumes são alimentos que contêm uma grande quantidade de vitaminas, minerais, fibras e água, daí terem um baixo valor calórico. Além disso, trata-se de alimentos frescos, que podem ser consumidos crus ou, ainda que quando cozidos, podem ser arrefecidos e consumidos frios, o que nesta altura do ano é bastante aliciante. Além disso, por terem um baixo valor calórico e ao conseguirmos ter uma sensação de saciedade com eles, uma vez que são ricos em fibras, são bons aliados no que ao controlo do. peso diz respeito, ou seja, há inúmeras vantagens em consumir este tipo de alimentos”. No entanto, para serem uma opção válida em termos nutricionais, as saladas têm de ter mais do que a tradicional alface, tomate ou cenoura, para que consigamos ingerir todos os nutrientes que são indispensáveis para a nossa saúde. “Os hidrates de carbono, as proteínas e as próprias gorduras quase não estão presentes nas saladas tradicionais, uma vez que são
precisamente estes os nutrientes que fornecem calorias para o nosso organismo. No entanto, estes também são essenciais para a saúde, pelo que não podem ser totalmente eliminados”, esclarece Alexandra Bento. O segredo está em fazer saladas com uma grande variedade de legumes, “nomeadamente com diversas cores, porque a cor significa riqueza em termos nutricionais, adicionando-lhes alimentos que nos forneçam outros nutrientes, tais como ovos, atum conservado em água, frango cozido desfiado, frutos secos ou fruta da época”, desta forma as saladas podem de facto substituir uma refeição, de uma forma bastante saudável e equilibrada. Sejam quais forem os ingredientes seleccionados o importante é que não se “encharquem” as saladas em gordura, ou seja, “em maionese, em óleo ou em azeite”, salienta a nutricionista, recomendando também a dispensa do sal. “Numa salada deste género o sal é perfeitamente dispensável, porque o próprio sabor dos alimentos, juntamente com algumas ervas aromáticas é suficiente em termos de tempero”. Importante será referir, que se devem adicionar também às saladas leguminosas, porque estas são uma excelente fonte de fibras, hidrates de carbono e proteínas. “Se pusermos a imaginação a funcionar teremos com toda a certeza uma salada bastante rica em termos nutricionais. O importante é ir variando os alimentos, nunca misturando dois alimentos do mesmo tipo, ou seja, duas leguminosas ou duas frutas, e nunca os utilizando em grandes quantidades”, advoga a presidente da APN. De acordo com estudos recentes, o consumo adequado de hortofrutícolas permite a prevenção de diversas doenças, tais como a diabetes tipo 2, o cancro, as doenças cardiovasculares, a obstipação e a obesidade, entre outras. Assim, mais do que excelentes aliadas no combate à “balança” as saladas são também uma opção mais do que válida na promoção de uma vida saudável.
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Posted on Jul 21, 2008 under Saúde |
O que uma mulher grávida come é fundamental para garantir o Bom desenvolvimento do feto. Por Isso, é necessário que não se prive de nada, mas sem apesar de doces e gorduras. Ainda na barriga da mãe, o bebé já sabe o que lhe agrada, até porque desde o segundo mês de gestação que o feto tem desenvolvidas as células responsáveis pelo paladar, conseguindo perceber as diferenças da alimentação da mãe: ácido, salgado, amargo e doce. Por isso, para que o bebé possa ficar a saber, desde logo, quais as suas preferências (mas não só!), é fundamental que a mãe faça uma alimentação variada durante a gravidez, mas sem cair em excessos de doces e gorduras. Uma gestante bem nutrida garante ao feto praticamente tudo o que ele precisa para se desenvolver correctamente. Daí a importância de uma alimentação equilibrada, repartida entre cinco a seis refeições diárias, rica em fibras, proteínas, hidratos de carbono e vitaminas. Por outro lado, se está grávida nunca opte por iniciar uma dieta de emagrecimento durante a
gestação, dado que pode comprometer seriamente a nutrição e desenvolvimento do seu bebé. Embora seja importante controlar o seu peso, para que não atinja um volume que muito dificilmente irá perder no pós-parto, é essencial continuar a comer de tudo um pouco, mas sempre de forma equilibrada e de acordo com os conselhos do seu médico. Se, por um lado, não deve deixar faltar nenhum nutriente ao bebé, por outro, um apetite exagerado da mãe também será negativo para o feto, que, mais tarde, poderá vir a ser uma criança com tendência para a obesidade. Por isso, já sabe, a saúde do seu filho depende seriamente do que comei durante a gravidez.
Dica: A média de consumo calórico diário recomendado para uma mulher saudável e activa é de 1800 calorias. Para as grávidas, a recomendação é que se acrescentem 300 calorias a partir do segundo trimestre da gestação, considerando o desenvolvimento do feto e o ganho de peso da mãe.
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