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Surf – Mundial nos Açores

Ondas da Ribeira Grande recebem surfistas ae topo

As ondas da Ribeira Grande, na Ilha de São Miguel, no Arquipélago dos Açores, vão receber alguns dos melho­res surfistas mundiais para mais uma prova promovida pela Associação de Surfistas Profissionais (ASP), a reali­zar entre os dias 26 de se­tembro e 2 de outubro. An­teriormente designada por Circuito Mundial de Qualifi­cação, a “segunda Liga” do surf mundial, que permite o acesso de vários surfistas aos lugares de topo no ano seguinte, é agora denomi­nada de Men’s Prime Events e Women’s Star Events, sendo a prova açoriana par­te integrante destas compe­tições. O Billabong Azores Islands Pro presented by Nissan conta este ano com uma lista de atletas revela­dora da aceitação que esta prova tem entre os surfistas de todo o mundo. O evento masculino, 9.a etapa e an­tepenúltima do Men’s Prime Events, conta com a parti­cipação de 31 atletas, que pertencem ou poderão vir a pertencer à elite mundial, os atuais Top 32 que com­petem no Circuito Mundial. Entre as presenças, mere­cem destaque o campeão mundial de 2001, o norte-americano CJ Hobgood, o seu irmão gémeo Damien Hobgood, os seus compa­triotas e igualmente irmãos Patrick e Tanner Gudauskas, o havaiano Fred Patacchia e os australianos Josh Kerr e Yadin Nicol, de acordo com comunicado de imprensa da organização. O português Tiago Pires, único surfista nacional que integra a elite mundial, é uma das presen­ças mais aguardadas pelo público, mas não será o úni­co atleta luso em competi­ção. Os portugueses Nicolau Von Rupp e Justin Mujica, campeão nacional em títu­lo, figuram entre os inscritos. No evento feminino, que decorre entre 26 e 29 de setembro e que corres­ponderá 8.ae última prova do Women’s Star Events, o grande destaque vai para a jovem surfista norte-ameri-cana Courtney Conlogue, de 19 anos de idade.

Alcoolismo atinge cada vez mais jovens

Nos últimos 10 anos tem-se vindo a assistir a uma ruptura no padrão do alcoolismo. Há uma década os alcoó­licos dependentes tinham entre 40 e 50 anos de idade, enquanto que hoje estão na casa dos 20 ou 30 anos de idade. “Trata-se de um padrão de consumo que tem vindo. A ganhar cada vez mais adeptos e representa um grupo de jovens que, mesmo não ingerindo bebidas alcoólicas dia­riamente, começa a beber por volta dos 14 ou 15 anos de idade, quando sai à noite com o seu grupo de ami­gos”, refere Célia Franco, Psiquiatra do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra. “Mesmo só bebendo aos fins-de-semana, quando consomem álcool estes jovens fazem-no em grandes quantidades e optam por bebidas muito graduadas, as cha­madas bebidas brancas, atingindo rapidamente valores de alcoolemia superiores a 0,8 gramas por decilitro, o que origina graves alterações ao nível do seu estado de consciência”, alerta a especialista. Ao contrário dos adultos de meia-idade, cujo históri­co de consumo de álcool se prende essencialmente com o consumo de vinho e de cerveja ao longo do dia e posterior adoecimento, sobretudo ao nível físico, com problemas gás­tricos, os novos alcoólicos não têm uma vida estruturada e uma perso­nalidadeimage definida, o que desencadeia graves lesões para a sua saúde men­tal. O álcool altera o funcionamento ao nível neurológico e pode resultar em psicoses e comportamentos desa­dequados, sobretudo ao nível familiar e profissional. De acordo com Célia Franco “este cenário é profundamente nocivo para o cérebro e para o bom funcionamento do organismo, para além de provocar alterações de com­portamento, que podem desencadear reacções de grande agressividade e violência. Além disso, com o tempo, estes jovens começam também a ter dificuldade ao nível da concentração, demonstrando muitas vezes desem­penhos académicos e profissionais abaixo das suas capacidades prévias”, acrescenta a psiquiatra, salientando que este é um quadro clínico cada vez mais frequente nos serviços psiquiá­tricos. Uma realidade que começa a ser comum tanto em rapazes como em raparigas, embora de acordo com a experiência pessoal de Célia Fran­co, no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra, ainda apareçam “mais rapazes do que raparigas com estas patologias, sendo que a tendência é para que o número de raparigas nesta situação venha a aumentar nos próximos tempos”. De acordo com alguns estudos recentes esta é uma realidade transversal que aparece associada a várias sociedades, o que faz com que a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) esteja preo­cupada com aquilo que parece ser um padrão generalizado de consumo de bebidas alcoólicas por parte dos Jovens. Célia Franco adianta contudo m que “o tratamento é possível, embora seja difícil e moroso. Por isso é que quanto mais cedo for diagnosticada a doença mais fácil será o seu trata­mento que, inicialmente, passa por uma desintoxicação, mas que depois implica também a reestruturação de toda a função psiquiátrica, psicológi­ca e social do indivíduo. Sempre que os pais se apercebam que os filhos chegam frequentemente alcoolizados a casa, devem ficar atentos, porque pode tratar-se de uma situação de risco, e procurar ajuda”. Por outro lado, o problema do alcoolismo entre os jovens, aparece muitas vezes associado ao policonsumo, ou seja, à dependên­cia de outras substâncias para além do álcool, tais como do tabaco e de algumas drogas, de que são exemplo o haxixe e a cocaína.

Atletismo – Como evitar os 10 erros mais comuns (2ªParte)

5 – Competir em demasia

O calendário desportivo de corridas é cada vez mais extenso e variado. Sem grandes deslocações, num país pequeno como Portugal, é praticamente possível competir todos os fins-de-semana. Por outro lado, as corridas são altamente motivantes e o convívio com o pelotão da corrida tem uma série de particularidades que fazem da competição um momento de corrida diferente. Em competição, por muito pouco interesse que possa ter, dás sempre o teu melhor se não fores um corredor bastante experiente e com objectivos e ritmos perfeitamente definidos. As competições demasiado frequentes obrigam a muitos quilómetros a ritmos elevados, geralmente em asfalto, com sapatilhas que têm pouco amortecimento. Por outro lado, quando competimos muito regularmente, acabamos poratletismo treinar bastante menos e portanto limitar a nossa progressão. Antes de cada competição a  tendência é aliviar a carga de treino pelo menos 2-3 dias antes, e a recuperação obriga a outros tantos dias a treinar menos. Portanto, quem compete todos os fins-de-semana não treina! Entra num processo de Descanso-Recuperação a que as competições obrigam! Define claramente o teu calendário competitivo e selecciona as competições que consideras de preparação para as competições que consideras principais. Quanto maior forem as distâncias em que competes, menor terá de ser o número de competições onde poderás participar.

6 – Realizar treinos longos ou competições longas sem reabastecimento

Acima de uma duração de lh20, seja em treino ou competição, deverás reabastecer durante o esforço. A água e energia disponível no teu organismo são limitadas. Se repuseres durante o próprio esforço, conseguirás não só manter o teu ritmo por mais tempo, como também irás recuperar mais depressa para a sessão seguinte porque não levaste o teu corpo a determinados limites. Segue um plano simples de reabastecimento e vai experimentado produtos até encontrares os que melhor se adaptam ao teu organismo e que mais gostes. Na corrida, a reposição de água e gel energético é suficiente, sabendo que a título indicativo te aconselhamos o seguinte:

Power MIX

Esta aula em grupo é repartida em trés partes. A primeira é constituida por um esforço aeróbico, a segunda trabalha-se a resistencia muscular e a última trata-se de um momento de relaxamento e descontracção. É muito desgastante mas de certeza muito bom para o corpo. Não se esqueçam que se trata de uma aula de pesos, por isso não abusam.

 

Plano de treino – Exercícios

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Agachamento frontal

E um exercício avançado que só deves fazer se estiveres habituado a treinar com pesos livres. Apoia a barra na zona interior dos ombros e transfere o enfoque do exercício para os quadricípites, descontraindo um pouco os glúteos. Tem maior grau de dificuldade, o que implica carga mais leve.

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