Líquidos, desporto e saúde

Como conseguir uma boa hidratação Para conseguires uma correcta hidratação durante a prática desportiva, é essencial beber líquidos em abundância, como também ter em conta as características dos diferentes tipos de bebidas Leia mais »

Aeróbica espiritual

Exercício físico ao som de música Gospel, a nova modalidade que mistura abdominais e Louvores Leia mais »

AUTO MASSAGEM

AUTO-MASSAGEM

Só precisas de 5 minutos Se te mimares um pouco vais recuperar melhor de um dia longo ou começar o dia com mais energia. Bastam 5 minutos se conheceres os pontos-chave em Leia mais »

Queima calorias e calorias com o BOOT CAMP

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Hoje em dia falar de queimar calorias é algo que todo mundo quer sentir na própria pele, para que possa ter cada vez mais um corpinho esbelto e sarado. Todos querem chegar Leia mais »

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OS MÚSCULOS QUE MENOS CRESCEM

O que se passa com os teus gémeos? Quem vai ao ginásio todos os dias já percebeu que os gémeos são dos grupos musculares que menos melhoram com o tempo. Existe alguma Leia mais »

Serviço de Saúde

Novo programa de saúde estreia na RTP

Esta noite, quando forem 23h00, Maria Elisa Domin­gues estará de regresso à antena da estação de tele­visão pública graças a Ser­viço de Saúde, um formato que visa promover a re­flexão e o debate sobre o es­tado deste sector no nosso país. Partindo do conceito de talk-show, em estúdio a jornalista contará com a presença de médicos, enfer­meiros, técnicos de saúde, representantes do ministé­rio tutelar, doentes e fami­liares. Os espectadores po­derão participar via e-mail ou telefone, num formato que Maria Elisa tão bem conhece e que, dando enfo­que às patologias que mais atingem os portugueses, fa­larámaria elisa obrigatoriamente de doenças reumáticas e dia­betes. Também os problemas de foro neurológico terão espaço na série de treze emissões já prometi­das pela RTP1, cada uma demorando-se por 50 minu­tos. Alexandra Figueiredo, Teresa Mota e Miguel Bra­ga integram a equipa de jor­nalistas que secunda a ou­trora adida cultural em Londres neste novo desafio televisivo.

Atletismo – Como evitar os 10 erros mais comuns (3ªParte)

 

8 – Treinar com intensidades elevadas sem plano

O treino é constituído pela alternância constante entre intensidades mais elevadas e intensidades mais baixas. Infelizmente não é possível treinar diariamente a intensidades elevadas, pelo que as sessões a seguir aos treinos de elevada intensidade são geralmente de intensidade mais baixa. Por outro lado, as intensidades elevadas também têm vários níveis que devem ser integrados no treino dependendo do tipo de competição que se está a preparar e momento da temporada em relação à competição alvo. A supervisão e acompanhamento por parte de um treinador é essencial para o controlo destes factores no sentido de assegurar o melhor rendimento possível e controlo da forma desportiva,atletismo salvaguardando os problemas que possam advir da integração de intensidades mais elevadas  no processo de treino. Não copies planos de treino que possam não ser adequados para ti e não treines com intensidades elevadas se não souberes a que velocidade deves fazê-lo, com que frequência, com que número de repetições e intervalos de recuperação. Procura um treinador e vais ver que tudo se tornará mais fácil

9 – Treinar com companhia desadequada

Um dos factores que desde sempre identifico como positivo no treino é a companhia e integração num grupo. Tudo se torna mais motivante, as sessões mais duras parecem passar com mais facilidade e o convívio é um factor essencial. Por outro lado, os perigos de treinares diariamente com companhia demasiado rápida para ti são grandes. Cada sessão acaba por transformar-se num treino de intensidade demasiado elevada, com dificuldade de recuperação para a sessão seguinte. Cada corredor tem a sua intensidade de treino individual, não sendo pelo facto de treinares diariamente com alguém de um nível muito superior que irás progredir mais rapidamente, antes pelo contrário. A companhia é um factor positivo quando os parceiros de treino são aproximadamente do mesmo nível, ou quando os mais rápidos estão disponíveis para adaptar a sua intensidade de treino para os mais lentos.

Shiatsu acupuntura sem agulhas

De origem japonesa, o shiatsu é também conhecido como uma espécie de acupuntura sem agulhas, uma vez que segue alguns dos princípios básicos da medicina tradicional chinesa.

Lesões, o que fazer?

Perguntas e Respostas:

Faz dois anos que comecei a correr. Nas provas de 10km o meu ritmo é de 4m 10s. Treino em alcatrão 4 vezes por semana. Peso 72kg e tenho 1 m74 altura. Uso sapatilhas adidas modelo Adistar, tenho 50 anos. Esta introdução serve para que tenham uma ideia geral e me consigam aconselhar melhor. Nos últimos dois meses apareceu-me no pé direita na parte frontal inferior uma dor forte onde me custa inclusive a poisar. Tirei uma radiografia, mas não acusou nada fracturado. Abrandei os treinos e melhorou ligeiramente, mas agora nota também o mesmo tipo dor ligeira no pé esquerdo. Que opinião e sugestão tem para isto?

João Macedo – Nazaré e as ondas grandes

Não é só “Saca” Pires que leva o nome de Portugal ao surf mundial. João Macedo, surfista de ondas grandes, também tem feito a sua parte. Aproveitando o facto de estar em Portugal, pois mora em São Francisco, nos Estados Unidos.

João Macedo gostou da onda que o norte-americano apanhou (Onda de 30 metros que Garret McNamara surfou na Nazaré recentemente), mas apre­ciou mais a outra onda… “O Garret McNamara apanhou duas ondas: a mediatizada, de 30 metros, mas com aju­da da mota de água e a de seis metros, a braços. Ficou super orgulhoso, o surfista explica que há distinção no surf das ondas grandes. “O tow-surf em que o Garret é especiali­zado e é mais conhecido e o surf a braços que é um surfista e uma prancha.”

João Macedo, filho do antigo ministro das Finan­ças, Jorge Braga de Macedo, está a participar no Mundial de ondas grandes. “É de remada. Não há um mundial de tow-in”, conta. Sobre a possibilidade de a Nazaré acolher uma das cinco provas do circuito mundial de ondas grandes, o surfista respondeu que “já houve conversas nesse sentido, mas é difícil, pois as ondas variam muito”. “Com uma mota de água procuram-se as ondulações, com remada não há essa mobilidade.”

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