Graças aos seus eléctrodos, os teus músculos contraem-se sem que tu envies nenhuma ordem. Parece magia mas não é. É uma tecnologia que se utiliza há anos na recuperação de lesões e no alto rendimento desportivo. Como funciona?
• Para conseguir uma contracção natural do músculo, o cérebro transmite uma ordem que é enviada pela corrente eléctrica, através de fibras nervosas. Quando chegam ao destino, as correntes eléctricas estimulam o nervo motor e o músculo contrai-se.
• O electroestimulador utiliza o mesmo princípio mas estimula directamente o nervo motor emitindo impulsos eléctricos através dos eléctrodos (emplastros condutores) colocados sobre a pele,
• Esses impulsos consistem em pequenas descargas eléctricas (inofensivas) ao músculo que
deve ter uma intensidade, uma frequência e um ritmo específico para atingir cada objectivo.
• O músculo não diferencia entre uma contracção ordenada pelo cérebro e uma contracção electroinduzida, por isso contrai-se.
A electroestimulação é um bom complemento ao treino mas não o substitui.
As suas contracções não têm alguns dos benefícios associados ao movimento, como o aumento da capacidade cardíaca, o reforço dos tendões, a melhora da coordenação e, sobretudo, a sensação de satisfação provocada pelo esforço.
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