• É através do treino que melhor potenciamos a capacidade do organismo de armazenar energia sob forma de glicogénio. Sabe-se que um atleta treinado pode conseguir armazenar mais do dobro do glicogénio muscular e hepático (no fígado) do que um atleta não treinado. Por isso consegue manter-se em actividade intensa durante muito mais tempo.
• Quanto mais longo for o esforço competitivo esperado, maiores serão as preocupações energéticas e alimentares. Neste grupo estão considerados todos os esforços que levem à depleção total de glicogénio, substrato energético que, geralmente, se esgota após 90 minutos de esforço.lightview” href=”http://www.desportoesaude.com/wp-content/uploads/2009/04/treino.jpg”>![]()
• Quanto mais elevada for a temperatura esperada para o dia da competição, maiores serão as preocupações a ter com a hidratação. Treinar em condições ambientais com temperaturas elevadas é essencial para a adaptação ao calor. São necessárias, geralmente, duas semanas para que a adaptação esteja completa.
• Quanto maior for a humidade do ar esperada para o dia da competição maiores serão as preocupações não só de hidratação, mas também da fixação/retenção da água no organismo nos dias que antecedem a competição. A adaptação à humidade também é conseguida a treinar em situações idênticas. Aqui o principal é a capacidade de manter a água no organismo uma vez no local da prova. Alguns suplementos alimentares existentes no mercado são óptimos auxiliares.
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