A Diet Med diz ter motivos para pedir uma indemnização ao , Governo por suspender a venda de Depuralina e vai analisar “se os procedimentos aplicados respeitaram a lei e o princípio da proporcionalidade”. Se a resposta for negativa, avançará com uma acção de responsabilidade civil, o que está a cargo do advogado Rogério Alves. Aempresa esperava vender 100 mil embalagens em Abril, entre 25 e 27 euros cada.
“Ninguém põe em causa que se tomem medidas perante um alarme de perigo, mas o que vamos ver é se as medidas tomadas têm determinado suporte legal e se esse suporte foi respeitado”, disse Rogério Alves, ontem, em conferência de imprensa. 
Ricardo Leite, director técnico da DietMed, critica a “suspensão imediata do produto, a mediatízação do caso e outras situações que não são comuns”, disse. O director-geral de Saúde, Francisco George, é o alvo principal dos protestos.
Portugal colocou a Depuralina no Sistema de Alerta Rápido para os Alimentos da UE, o que, segundo Ricardo Leite, atrasou os registos para a venda do suplemento alimentar para emagrecimento em Itália, Reino Unido e Bélgica. Culpa, também, as autoridades nacionais pela suspensão da sua comercialização em Espanha. Mas, segundo disse ao DN o porta-voz da Agência Espanhola de Segurança Alimentar e Nutrição, a suspensão “deve-se à falta de registo da Cátaro-Nopal”, a empresa espanhola que fabrica o produto.
Mais notícias semelhantes:












Leave a comment