Psiquiatras do Kings College de Londres afirmam que os bebés amamentados com leite materno têm mais sete pontos nos testes de QI do que os restantes.
Segundo os investigadores, o responsável por esta alteração do quociente de inteligência (QI) é o gene FADS2, que se encontra no leite materno. Este gene, presente em 90% das pessoas, ajuda a metabolizar mais rapidamente os ácidos gordos, que, de acordo com alguns estudos, influenciam o desenvolvimento neurológico.
O estudo, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, baseia-se em análises genéticas feitas a 3.200 crianças britânicas e neozelandesas e vem contrariar a tese de que o meio social em que os bebés são criados desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das capacidades mentais.
Isto porque a relação entre o gene FAD32 e o aumento de sete pontos nos testes de QI não se alterou, independentemente do rendimento familiar ou do QI dos pais das crianças.











